Sentimos a mesma saudade que tu sentes
Somos angolanos na diáspora, tal como tu. Sabemos o que é deixar Angola para trás e, a cada início de mês, perguntarmo-nos se o dinheiro que enviámos chegou mesmo a fazer a diferença. Foi dessa pergunta, feita vezes sem conta à mesa da cozinha, que nasceu a Asa Branca.
A mesma mala, a mesma despedida
Todos nós, em algum momento, fizemos as malas e deixámos Angola para construir uma vida na Europa. Ficaram para trás pais, irmãos, avós — e ficou também a responsabilidade de continuar a cuidar deles, agora à distância.
Todos os meses, o ritual repetia-se: juntar o dinheiro, enviar por transferência, e esperar. Esperar que chegasse. Esperar que fosse gasto no que era mesmo preciso. Esperar uma mensagem a dizer que estava tudo bem.
Muitas vezes essa mensagem demorava, ou vinha a dizer que, afinal, o dinheiro tinha servido para outra coisa. Não por má intenção de ninguém — mas porque, entre nós e Angola, faltava sempre alguém a garantir que o nosso gesto chegava inteiro ao destino.
Da intenção ao impacto real
Foi para resolver este problema — o nosso problema — que criámos a Asa Branca. Em vez de enviar dinheiro e esperar, agora escolhes exatamente o que a tua família precisa, sabendo que vai chegar.
Controlo
Tu escolhes exatamente o que enviar: arroz, óleo, material escolar, um kit de bebé. Sem intermediários a decidir por ti.
Confiança
Acompanhas cada pedido até à entrega, com confirmação de quem recebeu. Já não precisas de esperar uma mensagem para saber que está tudo bem.
Proximidade
Continuas a cuidar da tua família, mesmo estando longe. A distância não desaparece, mas a incerteza sim.
Feita por quem também vive a diáspora
Somos um grupo de jovens angolanos baseados em Lisboa. Uns chegaram há poucos anos, outros já cá estão há mais tempo — mas todos carregamos a mesma experiência: a de construir uma vida fora de Angola sem nunca deixar de pertencer a ela.
Conhecemos Angola porque é de lá que viemos. Conhecemos a diáspora porque é onde vivemos agora. Foi essa dupla pertença que nos permitiu construir uma plataforma pensada por quem entende os dois lados — quem envia e quem recebe.
Angolanos no mundo
Uma equipa que vive, todos os dias, a mesma distância que tu vives — e que decidiu transformá-la em algo útil para todos nós.
Ajuda a tua família como nós ajudamos a nossa
Escolhe uma cesta, acompanha a entrega, sente a tranquilidade de saber que chegou.
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